Lia recentemente um belo artigo do jornalista Dilermando Toni (dilercap@pcdob.org.br) intitulado “Grandes desafios e disputas internacionais”, onde o mesmo levantava questões de centro onde o EUA faz interface com outros países do mundo. Três dessas questões seriam: o comércio de mercadorias; as fontes energéticas, principalmente o petróleo; e a questão nuclear para fins militares.
No que diz respeito à questão do comércio mundial, o momento caracteriza-se pela forte pressão exercida, especialmente pelos países ricos sobre A OMC. Esta deveria ter papel multilateral, mas enfrenta impasses graves e de difícil solução em função das agudas disputas comerciais. A questão é que multilateralismo só é bom para as retóricas dos países desenvolvidos, no que tange o comercio e as disputas por mercados os golpes quase sempre “são abaixo da cintura”.
Quanto ao controle de fontes de energia Os EUA, estão firmemente interessados em abarcar o máximo possível de reservas de petróleo e gás natural. Seu consumo inédito revela também sua dependência (sozinhos consumiram em média, em 2006, pouco mais de um quarto da atual produção de petróleo mundial - 75% do seu consumo de petróleo foram importados). Isso explica a anexação militar de reservas de petróleo no oriente médio sob o manto fajuto de combate ao terrorismo.
A questão nuclear vai e vem na mídia internacional, o que não implica em não perpassar a ordem do dia dos países ricos, em especial os Estados Unidos que amplia seu arsenal e distribuem mísseis e armas de destruição em massa pelos quatro cantos do mundo. Detalhe que as últimas bases foram estaladas próximo à Rússia, nas regiões da polônia. Ao lado do inescrupuloso movimento bélico dos ianques está à disputa complementar na tentativa de convencer que o restante do mundo não pode ter armas nucleares, tão pouco desenvolver livremente as tecnologias que exploram fontes nucleares de energia. Aqui a grande briga deve ser com o Irã e a Coréia do Norte. Refletindo a partir dessas três questões posso concluir que as eleições norte-americanas têm interdição com o resto do mundo. Essas argumentações já bastariam para mostrar que nem um cidadão da Era Planetária (bem Morimniano mesmo!) pode estar alheio aos acontecimentos que envolvem o episódio.
ATENÇÃO: QUEM QUISER TER ACESSO AO ARTIGO CITADO, ME ESCREVE OU ESCREVE DIRETO PARA O AUTOR... VALE A PENA LER!
No que diz respeito à questão do comércio mundial, o momento caracteriza-se pela forte pressão exercida, especialmente pelos países ricos sobre A OMC. Esta deveria ter papel multilateral, mas enfrenta impasses graves e de difícil solução em função das agudas disputas comerciais. A questão é que multilateralismo só é bom para as retóricas dos países desenvolvidos, no que tange o comercio e as disputas por mercados os golpes quase sempre “são abaixo da cintura”.
Quanto ao controle de fontes de energia Os EUA, estão firmemente interessados em abarcar o máximo possível de reservas de petróleo e gás natural. Seu consumo inédito revela também sua dependência (sozinhos consumiram em média, em 2006, pouco mais de um quarto da atual produção de petróleo mundial - 75% do seu consumo de petróleo foram importados). Isso explica a anexação militar de reservas de petróleo no oriente médio sob o manto fajuto de combate ao terrorismo.
A questão nuclear vai e vem na mídia internacional, o que não implica em não perpassar a ordem do dia dos países ricos, em especial os Estados Unidos que amplia seu arsenal e distribuem mísseis e armas de destruição em massa pelos quatro cantos do mundo. Detalhe que as últimas bases foram estaladas próximo à Rússia, nas regiões da polônia. Ao lado do inescrupuloso movimento bélico dos ianques está à disputa complementar na tentativa de convencer que o restante do mundo não pode ter armas nucleares, tão pouco desenvolver livremente as tecnologias que exploram fontes nucleares de energia. Aqui a grande briga deve ser com o Irã e a Coréia do Norte. Refletindo a partir dessas três questões posso concluir que as eleições norte-americanas têm interdição com o resto do mundo. Essas argumentações já bastariam para mostrar que nem um cidadão da Era Planetária (bem Morimniano mesmo!) pode estar alheio aos acontecimentos que envolvem o episódio.
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1 comentários:
Eu particularmente gostaria de ver Obama na Casa Branca,o jeito desapaixonado de Obama a calma que ele sempre apresenta ,lembra um mèdico que escuta a historia do paciente não demonstra nenhuma reação emocional.Esse è o retrato do homem que quer pretende ocupar aCasa Branca emerge da fusão de suas varias vidas e identidades.Sua arrancada se baseia na junção de um paìs dividido
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